Quero parabenizar Dr.Milano pela feliz iniciativa no projeto
castração de felinos no Parque da Cidade.Protetores de animais estão
comemorando festivamente esta semana tão importante para os animais abandonados
em nossa cidade.Durante uma semana foram vistos com os olhos da compaixão.Onde
se sentiram por esse breve tempo,amados e merecedores de um lar feliz. Parabéns
pelo desempenho de suas atribuições profissionais com ética e honestidade de
propósitos, agregando, também, a essas
qualidades, a honradez, eficiência e eficácia,
valorizando, a profissão de MÉDICO VETERINÁRIO. Dr.Milano tem
participado ativamente em todos os movimentos e inciativas em beneficio da
melhoria dos cuidados e o bem estar animal.Como digo, são exemplo de pessoas
dinâmicas e que se sobressaem no que se propõem a fazer. Então, como reconhecimento a esse empenho e comprometimento com o
ideal de ser útil à sociedade, desejo muito sucesso nessa vida e que mais projetos que se propõem a desconstruir conceitos, agregar e
fortalecer vínculos apareçam em nossa cidade.Parabéns a todos os voluntários envolvidos nessa batalha pela vida!
terça-feira, 5 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Natal – Castração de Gatos de rua é feita por voluntários
Um grupo de médicos veterinários vai realizar uma ação nesta segunda –
feira, 25 de fevereiro, com um intuito de castrar felinos que habitam o
entorno do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, localizado na Avenida
Omar Ogrady (prolongamento da Prudente de Morais), e necessita da ajuda
de voluntários para a captura dos gatos. O recolhimento dos animais será
realizado a partir das 16:00 horas, período propício em que os animais
trafegam pela margem da avenida em busca de alimento.
Recolhimento dos animais será realizado a
partir das 16:00 horas, nas proximidades do Parque da Cidade Dom Nivaldo
Monte.
Além da captura, os veterinários que estão à frente da ação informam
também que será necessária a participação de voluntários que possam
ajudar dando medicação e limpando os animais. Os voluntários poderão
ajudar, inclusive, trazendo gaiolas de coelho para manter os animais
doentes ou caixa de transporte tamanho médio e grande para abrigá-los.
O trabalho é coordenado por uma equipe composta de um médico
veterinário e dois biólogos, todos pós-graduandos da Universidade de São
Paulo (USP). Eles estão em Natal desenvolvendo um projeto de pesquisa
em conjunto na área de controle populacional e zoonose. “O projeto conta
com a ajuda em um médico veterinário da cidade, Dr. Milano Máximo, que
nos tem dado todo apoio para a execução”, explica Júlia Teresa Ribeiro
de Lima, médica veterinária e pesquisadora.
O trabalho está sendo realizado na cidade desde o início do ano, por
meio da análise, pesquisa e planejamento populacional dos gatos. Agora
os pesquisadores irão realizar a ação efetivamente, com a captura,
limpeza e castração dos felinos que circulam entorno do Parque. “Optamos
por executar o projeto nesta área devido à grande incidência de felinos
que encontramos durante processo de planejamento e pesquisa. A maior
parte dos casos é devido ao abandono desses animais”, explica a doutora.
Ela ressalta que a a contribuição da Prefeitura de Natal, através da
Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) foi importante para a
concretização desta ação.
Entretanto, para que o trabalho tenha êxito, é necessária a
participação de voluntários. A doutora Julia Teresa informa que os
interessados em ajudar tragam ração ou patê para alimentar os animais e
material de limpeza e enfermagem. Todo e qualquer material (caixas,
gaiolas, comida e utensílios para limpeza) podem ser deixados na guarita
do Parque da Cidade. As castrações serão feitas à noite. Caso algum
médico veterinário queira se dispor a ser voluntário, basta entrar em
contato com Dr. Milano no telefone 3206 – 6622 ou Dra. Júlia Teresa pelo
9407 4047. Outras informações sobre como ajudar podem ser obtidas
pelo 9137 7465.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Justiça condena veterinária por morte de poodle de SP
A Justiça de São Paulo condenou uma veterinária a indenizar em R$ 11 mil os donos de um poodle de cinco anos que morreu após ser submetido a uma tartarectomia (retirada de tártaros).
A morte do cão, chamado Fred, ocorreu em agosto de 2011, em Amparo (a 130 km de São Paulo). A decisão de primeira instância foi publicada no início deste mês.
| Arquivo Pessoal |
| Fred morreu após tratamento |
A veterinária Kátia Pereira Michelini, 46, ainda pode recorrer da condenação, que a considerou negligente por não ter solicitado exames de hemograma no poodle antes de aplicar anestesia geral.
Um laudo de necropsia apontou que "o cão morreu por síncope cardíaca associada a provável quadro de discrasia sanguínea" (alteração do sangue). O problema seria constatado se o hemograma tivesse sido feito, diz o laudo.
O advogado André Luiz Cunha, parente dos donos do cão, afirma que eles procuraram a Justiça "para evitar que outros cães e seus donos passem pelo mesmo sofrimento".
Ele diz que a indenização será usada para tratar animais de rua. Dos R$ 11 mil, R$ 10 mil são por danos morais e R$ 1.100 por danos materiais.
OUTRO LADO
A veterinária disse à reportagem que vai recorrer da decisão, por considerá-la "injusta". "Foi uma fatalidade. Mas eu entendo o lado deles [donos do cão]."
Ela afirmou que Fred não morreu em função do atendimento dela. Michelini enviou ontem à Folha outro laudo que diz não ser possível associar a morte à anestesia geral.
Disse ainda que chegou a cobrar exames pré-operatórios, mas aceitou dispensá-los porque os donos alegaram que não tinham tempo e aceitaram que o procedimento ocorresse assim mesmo.
A Clínica Veterinária Au Au Miau, onde aconteceu o procedimento médico, fica no centro de Amparo e atende cerca de 500 animais por mês, segundo a veterinária.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Aquisição de cães por impulso é uma das principais causas de abandono dos animais
A aquisição de um animal envolve compromisso. Com o bichano, surgem
responsabilidades que muitas vezes são ignoradas pelo tutor. É o caso de
quem compra ou adota um animal por impulso, sem se dar conta de que ele
deverá viver por 12 a 15 anos, que crescerá, precisará de um ambiente e
de espaço adequados.
O resultado da falta de consciência disso é a quantidade de cachorros
e gatos abandonados. Aldonei Luiz Bonfim, ou Dognei, como é conhecido, é
funcionário do Canil Municipal de Guarapuava, no Paraná, e há cinco
anos se dedica aos casos de abandono e maus-tratos. “Hoje já foram dois
cães atropelados, e há casos em que os tutores abandonam, não se
prontificam a socorrer o animal e nem buscar por ajuda, para não ter
gastos com o veterinário”, contou.
A principal legislação de proteção aos animais é a lei 9.605/1998, de
crimes ambientais, na qual se prevê pena de três meses a um ano e multa
em caso de prática de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação de
animais silvestres, domésticos ou domesticados.
Mas, segundo Aldonei, nem sempre isso impede que os maus-tratos
aconteçam. “É por isso que, além da lei de proteção, há um trabalho
intenso de conscientização”.
A guarda responsável é o último tema da campanha Vidacão, realizada pelos meios de comunicação de Guarapuava.
Um exemplo de amor
Magrão, o cachorro de Viviane, foi atropelado no ano passado (Foto: Janaina Carvalho/Diário de Guarapuava)
A guarapuavana Viviane Kramer, de 17 anos, dá um exemplo de como é
possível mudar a história de um cão através do carinho e da guarda
responsável. No fim de 2012, a adolescente adotou o Magrão.
No ano passado, ele foi atropelado e teve fratura exposta na pata
esquerda dianteira, mas ficou machucado, abandonado e sem comida por
alguns dias, até ser encontrado pela equipe do Canil Municipal, no mês
de agosto. De tão magro, não conseguia ficar de pé.
Após cirurgia que retirou a pata e os cuidados de veterinários
necessários, o cão se recuperou. Dognei iniciou uma campanha pela
internet em busca de um lar para o cachorro, visto que não queria
levá-lo para o canil, onde poderia sofrer com a convivência com os
outros animais, devido à sua deficiência.
Em dezembro, a família de Viviane o adotou. Magrão é um companheiro
faceiro e corre sem parar. Agora, ele tem uma casinha, coleira, comida
e, principalmente, muito afeto.
Responsabilidade
A guarda responsável prevê que o tutor cumpra algumas recomendações
indispensáveis. “Se você é tutor do cachorro, ele está sob sua
responsabilidade. Ele deve estar seguro, deve ter uma casinha para ele e
estar para dentro do portão da sua casa. De forma que ele não escape, e
não vá para a rua”, explica Aldonei.
Microchip eletrônico
Há um ano, no Canil Municipal, são implantados microchips nos cães
doados pela Spag. Só em 2012, foram quase 800 animais doados já com os
microchips que contêm informações sobre o responsável pelo animal.
É uma boa forma de localizar os tutores desses animais que foram adotados e logo depois abandonados novamente.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Festas de fim de ano
Tranquilizando os Animais em situações com fogos de artifício (festas de fim de ano):
Não há pior época para os animais que as festas de fim de ano, isso porque o pânico que os animais sentem com o barulho ensurdecedor dos fogos de artifícios é negligenciado pela grande maioria dos humanos, que esquecem que a audição dos animais, principalmente dos cães, é muito maior que a nossa!
Muitos animais fogem apavorados e acabam perdidos e/ou atropelados, outros na ânsia de se livrarem do intenso barulho terminam enforcados em suas próprias correntes, alguns animais têm convulsões, há ainda os que pulam das janelas de apartamentos, tamanho o pavor que sentem dos fogos. Não é difícil que um animal mude completamente seu comportamento após passar pela tortura de não ter como se livrar do intenso foguetório humano.
O pior de tudo é que nessas épocas, dificilmente se encontrará veterinários disponíveis para um atendimento emergencial, daí, o mais acertado é prevenir. Todos os anos, a Terapeuta Martha Follain, indica uma fórmula Floral para que todo o relato acima seja evitado, assim, pedi a mesma, autorização para repassar à s pessoas mais sensíveis a fantástica fórmula, pois sem contra-indicação, nenhum mal poderá causar ao seu bichinho e ainda promoverá, certamente, a tranqüilidade de todos e a certeza de que seu animalzinho ficará muito mais sereno!
Cuidados com Fogos de Artifício:Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães. Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que os animais mais se perdem de seus donos.
Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino.
Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino.
Procure evitar tudo isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes do espocar dos fogos), passe-lhe paz e tranqüilidade, e a sensação de que tudo está bem e sob controle.
Os Perigos dos Fogos: - Fugas - tornando-se animais perdidos, atropelados e que vão provocar acidentes;
Os Perigos dos Fogos: - Fugas - tornando-se animais perdidos, atropelados e que vão provocar acidentes;
- Mortes - enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir; atirando-se de janelas; atravessando portas de vidro; batendo a cabeça contra paredes ou grades;
- Graves ferimentos - quando atingido ou sem saber abocanhando um rojão achando que é algum objeto para brincar;
- Traumas - com mudanças de temperamento para agressividade;
- Ataques - investidas contra os próprios donos e outras pessoas;
- Brigas - com outros animais com os quais convivem, inclusive;
- Mutilações - no desespero de fugir chegam a se mutilar ao tentar atravessar grades e portões;
- Convulsões (ataques epileptiformes);
- Morte e alteração do ciclo reprodutor dos animais da fauna silvestre;
- Afogamento em piscinas;
- Quedas de andares e alturas superiores;
- Aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso;
- Paradas cardiorespiratórias etc..
- Graves ferimentos - quando atingido ou sem saber abocanhando um rojão achando que é algum objeto para brincar;
- Traumas - com mudanças de temperamento para agressividade;
- Ataques - investidas contra os próprios donos e outras pessoas;
- Brigas - com outros animais com os quais convivem, inclusive;
- Mutilações - no desespero de fugir chegam a se mutilar ao tentar atravessar grades e portões;
- Convulsões (ataques epileptiformes);
- Morte e alteração do ciclo reprodutor dos animais da fauna silvestre;
- Afogamento em piscinas;
- Quedas de andares e alturas superiores;
- Aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso;
- Paradas cardiorespiratórias etc..
Recomendações para Com os Animais:- Acomodar os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música;
- Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;
- Dar alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo);
- Cobrir gaiolas de pássaros e checar cercados de animais (cabras, galinhas etc.);
- Cobertores pesados estendidos nas janela abafam o som, assim como cobertores no chão ou um edredom sobre o animal;
- Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados pois, na hora dos fogos, eles poderão morder-se uns aos outros, no desespero;
- Um pouco antes da meia-noite leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;
- Procurar um veterinário para sedar os animais no caso de não poder colocá-los para dentro de casa. Animais acorrentados acabaram se enforcando em função do pânico;
- Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos;
- Assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para os animais que historicamente apresentam o estresse.
- Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;
- Dar alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo);
- Cobrir gaiolas de pássaros e checar cercados de animais (cabras, galinhas etc.);
- Cobertores pesados estendidos nas janela abafam o som, assim como cobertores no chão ou um edredom sobre o animal;
- Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados pois, na hora dos fogos, eles poderão morder-se uns aos outros, no desespero;
- Um pouco antes da meia-noite leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;
- Procurar um veterinário para sedar os animais no caso de não poder colocá-los para dentro de casa. Animais acorrentados acabaram se enforcando em função do pânico;
- Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos;
- Assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para os animais que historicamente apresentam o estresse.
Recomendações para com Gatos:- Escolha um quarto da casa que tenha uma cama e um armário, e prepare para ser o quarto dos gatos no reveillon.
- Abra um ou dois armários e coloque cobertores para forrar e formar tocas confortáveis;
- Desarrume a cama e coloque cobertores formando tocas; tocas embaixo da cama também são boas;
- Feche toda a janela, passe a cortina e, se possível, encoste um colchão na janela para abafar o barulho;
- Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para evitar serem derrubados e tudo acabar na maior sujeira;
- Tire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada, derramada;
- Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;
- Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos;
- Abra um ou dois armários e coloque cobertores para forrar e formar tocas confortáveis;
- Desarrume a cama e coloque cobertores formando tocas; tocas embaixo da cama também são boas;
- Feche toda a janela, passe a cortina e, se possível, encoste um colchão na janela para abafar o barulho;
- Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para evitar serem derrubados e tudo acabar na maior sujeira;
- Tire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada, derramada;
- Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;
- Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos;
Florais de Bach:As essências abaixo, combinadas, funcionam bem tanto para cães quanto para gatos:
RESCUE + MIMULUS + ASPEN + ROCK ROSE + CHERRY PLUM
RESCUE + MIMULUS + ASPEN + ROCK ROSE + CHERRY PLUM
Mande fazer em qualquer farmácia de manipulação ou homeopática SEM ÁLCOOL
NEM GLICERINA, e guarde na geladeira (dura todo o vidrinho, apesar de dizerem na farmácia que dura só 2 dias).
NEM GLICERINA, e guarde na geladeira (dura todo o vidrinho, apesar de dizerem na farmácia que dura só 2 dias).
DOSAGEM: - Para aves pequenas: 2 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
- Para aves médias: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
- Para cães de pequeno e médio porte e gatos: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha;
- Para cães de grande porte e gigantes: 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão;
- Para cavalos ou animais de grande porte: 30 gotas, 4 vezes ao dia, no bebedouro.
- Para aves médias: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
- Para cães de pequeno e médio porte e gatos: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha;
- Para cães de grande porte e gigantes: 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão;
- Para cavalos ou animais de grande porte: 30 gotas, 4 vezes ao dia, no bebedouro.
Para se ter absoluto sucesso no tratamento, é interessante que se tenha continuidade no mesmo, não esquecendo de ministrar as gotinhas regularmente. Aconselha-se a começar o tratamento, pelo menos, 5 dias antes do natal e estendê-lo até o dia 3 de janeiro, já que algumas pessoas insistem em prolongar a barulheira!.
Aromaterapia: Óleo essencial de Manjerona: coloque 5 gotas em 100 ml de álcool num borrifador e, borrife os cômodos da casa (cuidado com o chão e móveis) 3 vezes ao dia, no dia da festa.
Além disso, você pode pingar 2 gotinhas na caminha do animal à tardinha. No horário do foguetório, coloque 2 gotinhas na caminha do animal ou onde ele fica - no caso de aves, passar um pano no fundo da gaiola com o óleo e o álcool. Em animais maiores pingar 5 gotinhas na baia, etc.
Se em sua cidade, você não encontrar o óleo essencial de manjerona, pode usar o óleo essencial de lavanda francesa - mesmas indicações.
Importante: Procure uma boa loja de produtos naturais, ou farmácia de manipulação ou farmácia homeopática - compre óleos essenciais naturais. Os sintéticos, além de não provocarem o efeito desejado, ainda podem causar alergias respiratórias.
Em países da Europa só é permitido soltar fogos em áreas previamente estabelecidas para não prejudicar a fauna. Prevenir é o ideal, pois são poucos os veterinários disponíveis no primeiro dia do ano.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Montando a árvore de natal!
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O natal começa cada vez mais cedo. Pode até existir uma data exclusiva para enfeitar a casa para o natal, mas quase sempre nos influenciamos pelas decorações nos shoppings e propagandas na televisão. Nossa já é natal! E, assim, no primeiro final de semana livre montamos a árvore de natal. No entanto, durante toda esta ocasião alegre um ar de olhos curiosos analise cuidadosamente todos os detalhes. Os detalhes com reflexos, movimentos repetitivos ou até o fato de serem novos detalhes no ambiente são absurdamente atrativos para o dono do par de olhos: o seu gato.
A árvore de natal é um playground potencialmente estimulante para os gatos. A tarefa inicial é informar ao gato que aquela estrutura que se destaca na decoração, com braços que se movem balançando estruturas brilhantes e divertidas não é para ele. Não são incomuns luzes que serpenteiam a estrutura e brilham em um ritmo estimulante. Como não ser um brinquedo para gatos?
Vale à pena ressaltar que muitos gatos ignoram a arvore de natal após algumas investigações, mas outros requerem mais contato.
A primeira dica é montar a arvore aos poucos. A novidade vai aparecendo aos poucos, mas quem quer montar a árvore aos poucos? Outra dica é assim quando aparecer a arvore pode aparecer um brinquedo novo e bastante estimulante. Assim, o podemos desviar a atenção para longe da arvore de natal. Vale colocar a arvore em um quarto ou varanda onde poderá ser isolado, o que depende do local onde você vive.
Lembrem-se sempre dos comportamentos espécie específicos dos gatos: estar em superfícies altas para sentirem-se confortáveis e seguros e, também, marcação visual através de marcas de unha. Se a árvore pode ser um veículo para o exercício destes comportamentos, fornecer um poste de arranhar, um playground para gatos e prateleiras pode ser algo interessante. Se existem mais gatos, o cuidado é redobrado. Não deixe as lâmpadas acessas sem supervisão. Não utilize enfeites que quebrem e formem pedaços pontiagudos e perigosos. Fitas, cordas e fios devem ser aplicados com cautela para que não sejam ingeridos pelos curiosos de bigodes. Brigar ou esguichar água quando o gato estiver perto da arvore pode apenas causar aversão a arvore na sua presença. Punições desmedidas podem gerar frustração e ansiedade. Produtos repelentes específicos para gatos encontrados em estabelecimentos pets ou pendurar um sache perfumado na base da árvore pode ser interessante para alguns gatos ficarem longe. Não se esqueça de tirar mesas, mesinhas, apoiadores, cadeiras próximo da arvore para evitar que sejam utilizados para investidas desastradas. Uma árvore bem fixa ou presa no teto pode ser uma idéia interessante para evitar uma catástrofe. E atenções voltadas para velas acessas para o espírito do natal!
Um natal felino (alegre, sedutor, lindo e cauteloso).
sábado, 1 de dezembro de 2012
VÔMITO DE BOLAS DE PÊLOS: NÃO É TÃO NORMAL ASSIM! SABIA?
Motivo para os gatos domésticos vomitarem são muitos. De importância variada, alguns são considerados muito ou pouco graves. Não é preciso ser repetitivo, mas todo vômito deve ser um motivo para dar as caras no Médico Veterinário. Se o gatão ou a gatinha vomitar uma única vez e continuar a rotina normalmente, você pode apenas observá-los mais cuidadosamente. Vale à pena procurar em locais escondidos por um vômito ou algo que pareça ser um (gatos poderão esconder-se para vomitar, o que pode diminuir a chance do gateiro identificar o problema!). Alguns gatos são tão treinados para uso de suas vasilhas sanitárias que, se não for um vômito agudo e houver náusea antes, usarão a vasilha sanitária. Então, além de procurar atrás do sofá, estantes ou ralos do banheiro, vale à pena identificar se o que achamos que seja fezes ou urina não é, na verdade, vômito. Hoje vamos falar sobre uma cauda de vômito considerada por muitos gateiros normal. Quando a opinião coletiva, isto é, a maioria, decide considerar algo normal estaremos diante de uma maior possibilidade de negligenciarmos situações. Algo é normal quando ninguém jamais terá problemas em exibi-lo, vivenciá-lo ou o que o valha. Dizer que vomitar pêlos é normal e garantir que essa situação poderá ser ignorada. Isso me preocupa! Hoje vamos conversar sobre bolas de pêlos ou “veterinariamente” falando: tricobenzoários!
Até nos desenhos animados e tirinhas gatos vomitam pêlos. Alguns gatos animados vomitam logo um casaquinho de pêlos ou um novelo de “lã”. Tudo bem divertido! Assim como bebem leite e comem peixe fresco, os gatos animados incentivam muitos gateiros a considerar algo questionável em normal ou necessário. Gatos lambem-se por vários motivos importantes. Limpam seu casaco de pele, regulam a temperatura do corpo, lambem uns aos outros aumentando as interações agradáveis e aliviam o estresse eficientemente. Todos os gatos exibem a auto-lambedura, mas gatos domiciliados parecem se lamber mais e alguns autores sugerem que os gatos desprendem cerca de 30% do seu tempo lambendo-se. O que nos parece é que na ausência de algo mais interessante para entreter-se passar horas se lambendo figura-se como uma opção mais tentadora. A lambedura dos pêlos parece ser tão efetiva na liberação de substâncias neuroquímicas indutoras de calma e reconforto que, muitos gatos iniciam um quadro compulsivo de lambedura prejudicial. A língua dos gatos é áspera e funciona como uma eficiente escova para os pêlos. A cada lambida, os gatos ingerem pêlos que poderão ser eliminados junto com as fezes, serem expelidos pelo vômito ou permanecerem no trato gastrointestinal por mais tempo do que deveriam. Um estudo realizado com gatos e ingestão de pêlos comprovou que um gato domiciliado de 4 kg elimina cerca de 10cm³ de pêlos por dia[1]. Os pêlos que são ingeridos pelo gato vão se aglomerando e quase sempre são expelidos. Os gateiros chamam de vômito de bola de pêlos, mas “veterinariamente” falando seria uma regurgitação. O nome agora não importa para nós, o relevante é entender que essa quantidade de pêlos poderá ser excessiva e causar problemas para a saúde dos gatos. Um gato pode eventualmente expelir uma bola de pêlo e muitos outros poderão não expelir facilmente. Uma gatinha poderá vomitar ou defecar pêlos sem comprometer sua saúde, enquanto que outros muitos poderão ter o estômago irritado com a presença de pêlos (gastrite mecânica) ou em casos extremos ter o seu transito intestinal comprometido ou mesmo obstruído. Notaram que nem todos os gatos exibem o problema, assim não podemos dizer que vomitar pêlos é algo normal para gatos. Acontece, mas não é normal. É observado, mas merece atenção. Uma porção de pêlos é bem leve, mas o volume é bastante incomodo. Em um ano um gato doméstico poderá eliminar nas fezes cerca de 60 a 120 gramas de pêlos. Fatores individuais poderão influenciar no problema como, por exemplo, volume do “casaco de pele” (persas e outras raças com pêlos longos) ou doenças (aumento da sensação de coceira, aumentando a lambedura, aumentando a ingestão de pêlos). Varias ferramentas estão disponíveis para promover uma eliminação facilitada dos pêlos. Ração com alto teor de fibras, suplementos e outras possibilidades prescritas pelos Médicos Veterinários Gateiros. Mas, o que deve ser FIXADO é que não podemos focar em remediar o problema gateiros! Gateiro consciente deve observar se o gato está passando muito tempo ocioso, sem brinquedos interativos e construtivos, se está com falhas nos pêlos, se vocês estão negligenciando as escovações e etc. Se apareceu um vômito com pêlos converse com o Veterinário sobre a possibilidade de estar mais atento a evitar dores de cabeça. Ele vai avaliar a raça, perfil comportamental, estilo de manejo e etc. Assim, discutirão sobre o que pensar sobre essas amostras grátis de gatos que eles eventualmente nos presenteiam.
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