sábado, 13 de outubro de 2012

CNPq recebe até quinta-feira propostas sobre métodos alternativos ao uso de animais em pesquisas.



O  Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) está selecionando propostas para estruturação da Rede Nacional de Métodos Alternativos ao Uso de Animais em Pesquisas (Renama). O prazo para inscrições vai até quinta-feira (18).

A Renama foi criada em junho deste ano com o objetivo de atuar no desenvolvimento, na validação e na certificação de tecnologias e de métodos alternativos ao uso de animais para os testes de segurança e de eficácia de medicamentos e cosméticos. Outra atribuição da rede é promover maior integração de trabalhos e estudos colaborativos de grupos que atuam nessa área.

Pelo edital, estão previstos recursos no valor de R$ 1,1 milhão para propostas voltadas para as linhas temáticas: financiamento de pesquisas para implementação em laboratórios, desenvolvimento e validação de modelo de pele humana na forma de kits para testes de segurança e eficácia, e métodos alternativos ao uso de animais.

As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente pela internet e acompanhadas de arquivo contendo o projeto. A chamada e o regulamento podem ser conferidos no site da instituição.

De acordo com o presidente da Federação Latino-Americana de Biofísica, Marcelo Morales, a criação e o fortalecimento do Renama são fundamentais para o avanço da substituição de animais em pesquisas, quando houver comprovação científica da eficácia do método alternativo.
Morales, que também é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), citou o exemplo de um método certificado internacionalmente para substituir os animais em testes de irritabilidade de pele. Esses kits, com estruturas celulares produzidas em cultura, são comercializados, mas o curto prazo de validade prejudica a importação pelo Brasil.

“O Brasil ainda não usa esse kit porque não conseguimos importar e usar durante o período de validade, que é apenas sete dias. Depois de ser enviado e passar por todos os trâmites da alfândega, o prazo já foi ultrapassado. É muito importante que tenhamos uma rede nacional que faça pesquisa com esses métodos alternativos e nos permita substituir sempre que possível”, avaliou.

Morales enfatiza, no entanto, que o uso de animais para fins científicos ainda será necessário por muito tempo.

“Neste momento, o Brasil dá os primeiros passos na proliferação desses métodos, mas ainda há uma necessidade muito grande dos animais para a ciência. Só vamos conseguir substituir em alguns casos. Ainda é desta forma [com uso dos animais] que vamos conseguir fazer novas metodologias para a produção de medicamentos e de vacinas não só para uso de seres humanos, mas também dos próprios animais”, explicou.

Ele lembrou que a legislação brasileira exige que todas as instituições em que são feitas pesquisas com o uso de animais tenham uma comissão de bioética responsável por garantir que não lhes seja causado sofrimento.

A representante no Brasil da organização Worldwide Events to End Animal Cruelty (Weeac), que defende o fim da crueldade contra animais, Patrícia El-Moor, vê com certo otimismo a iniciativa do governo brasileiro. Embora reconheça que a criação do Renama causa desconfiança entre ativistas que exigem uma resposta mais rápida e definitiva às suas demandas, ela acredita que a rede vai contribuir, de fato, para incentivar pesquisas de métodos substitutivos.

“Muitos ativistas defendem a libertação animal completa e imediata, mas eu acho que essa iniciativa, pelo menos, acaba com o argumento, de quem utiliza animais para fins didáticos ou em experiências científicas, que não há incentivo para o desenvolvimento de outros métodos. É um primeiro passo”, destacou.

ONG de Curitiba (PR) promove lançamento do livro “Bicho não é lixo”




"O livro foi elaborado especialmente para o público infantil. Nossa intenção é que as crianças, por meio do texto e das ilustrações, compreendam a estreita relação homem-animal. O objetivo principal da obra é a sensibilização do leitor para com os temas abordados: maus-tratos, guarda responsável e uso abusivo dos animais”, revela a autora. “Pelo caráter educativo do livro, os adultos se vêem colocados diante de uma dura realidade, à qual esperamos que reajam com atitudes de respeito aos seres vivos”, finaliza Karin.
O livro retrata de forma lúdica a interação entre os homens e os animais. A provocante história relata como muita gente ainda não entende que todos os seres vivos estão interligados e que precisam uns dos outros para a sobrevivência humana e a preservação do planeta. A obra, que já foi adaptada para o teatro, ainda visa motivar interessantes lições sobre a importância da vida.
O lançamento do livro “Bicho não é lixo” começa às 19h30, nas Livrarias Curitiba do ParkShopping Barigüi, com entrada gratuita.
Sobre a ONG Pense Bicho
A Organização sem fins lucrativos Pense Bicho tem cunho 100% educativo e social que alerta, informa e conscientiza o cidadão urbano em relação à guarda responsável de animais domésticos.
A Pense Bicho vê na educação, na mudança de valores e na interação saudável e ética entre homem, animal e meio-ambiente a resposta ao problema da violência. A ONG acredita na necessidade da educação permanente da sociedade. Os projetos buscam esclarecer causas e não consequências.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Proteção animal



Proteção é o ato ou efeito de proteger; amparo; abrigo; dedicação pessoal àquilo que dela precisa; auxílio. Privilégio ou favor, como forma de proteção.

Em primeiro lugar, é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você. Eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses, eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro em uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.
O “protetor de animais” muda sua visão em relação à vida. Passa a respeitar toda forma de vida. Passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comércio de animais, etc.
Percebi que é impossível tirar todos os animais das ruas, mas os que necessitam, por estarem debilitados e com a vida em risco são resgatados. Graças a eles, muitos animais estão vivos e com uma qualidade de vida ótima, mas sempre em busca de adoção, doação, voluntários, ajuda de qualquer forma. Hoje temos as redes sociais como meio de comunicação e de pedidos de ajuda. Lá, podemos expor os casos, os animais, as necessidades e a partir dai os protetores conseguem ajuda.
Ninguém é obrigado a doar nada. Normalmente as pessoas se sensibilizam com alguns casos e ajudam com ração, produtos de limpeza, dinheiro, dentre outras coisas. Alguns até apadrinham animais pagando tratamento veterinário, medicamentos, exames, até mesmo internações. Porém, a partir do momento que um protetor de animais se desloca de sua casa, sabe-se lá para onde e em que situação, ele se torna tutor desse animal, e só faz a doação para quem ele achar apto a cuidar desse animal. Eu como médica veterinária, formada no Rio de Janeiro, Brasil, sou voluntária de um abrigo, e faço o que posso dentro das minhas possibilidades, além de ajudar outros protetores, como posso claro.
Aqui, no que diz respeito a tratamento, consigo fazer o pouco se transformar em muito, e a eutanásia praticamente não é utilizada, pois nós Brasileiros, lutamos até o fim pela vida. Os protetores conseguem trazer vida para quem já estava praticamente sem ela. Quando se fala em proteção animal, não posso deixar de citar a SUIPA (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais). A SUIPA foi inaugurada em 1943. É a primeira associação de proteção ao animal do Estado do Rio de Janeiro e a segunda mais antiga do Brasil, e com prazer digo a vocês que fui estagiária lá e sei o sufoco que passam com excesso de animais, e a luta diária para fazer o melhor em todos os sentidos. São sempre mais abandonos que adoção, coisa que não é diferente nos abrigos aqui fora. Porém a SUIPA é uma ONG, e os abrigos aqui fora não são. É muita burocracia, e falta verba. Pedi então para um protetor de animais, expor o que ele sente, e como se sente:
Bom em primeiro lugar ninguém escolhe ser protetor. É simples, nascemos assim. Tem horas que eu penso que é um defeito, pois todo resgate que faço me bate dois tipos de sentimento, o primeiro é a necessidade salvar nosso anjo o mais rápido possível e o outro sentimento é como se eu perdesse um pouco da minha vida junto com a minha tristeza. Sabe, em relação a padrões de resgate, Não existe! Vida é vida, independente do animal, raça ou condições físicas naquele instante. O que sinto é uma obrigação de TER QUE FAZER ALGUMA COISA. Não me pergunte por que, pois não saberei responder. Os problemas que eu enfrento são as condições financeiras. Pois primeiro resgato e depois tento da melhor maneira salvá-lo. Graças a Deus estou tendo ajuda de amigos. Amigos que não conheço face a face, mas conheço a melhor parte deles que é o coração. A minha maior dificuldade é na adoção, pois consigo salvá-los, porém a maior parte são velhos e deficientes e as pessoas não querem adotá-los.
Eu, Izabela, acredito no amor. Acredito na caridade, Acredito na honestidade, e sempre que puder e Deus permitir, estarei ajudando quem precisa. Minha família me apoia, e sempre que preciso sempre tenho uma mão, ou uma pata estendida. Só gostaria mesmo de todo meu coração, que esses anjos chamados protetores, os verdadeiros protetores de animais, tivessem mais suporte, mais paz, menos críticas, mais doações e mais adoções.
*Izabela Berbert Fecher é médica veterinária no Rio de Janeiro.

Cães e gatos devem se exercitar regularmente para serem mais felizes e prevenirem doenças.




O estilo de vida do animal de estimação geralmente é o mesmo do dono. Assim, do mesmo jeito que os médicos recomendam exercícios físicos aos humanos para uma vida mais saudável e feliz, os veterinários também indicam o mesmo para os pets. E a recomendação não é apenas para os animais de competição. Com os estímulos físicos e mentais adequados, eles ganham mais qualidade de vida e, de quebra, previnem doenças. Segundo a especialista em condicionamento animal Ana Cláudia Veríssimo, cães e gatos devem ser inseridos desde cedo em um programa de de condicionamento físico.

Praticar atividades físicas diariamente faz dos bichinhos animais mais felizes, exatamente como acontece com os humanos. Passear por cerca de uma hora, entre caminhadas leves e corridas, faz com que a agitação diminua. “A tranquilidade do pet aumenta, deixando-o mais feliz. E isso ajuda a controlar problemas recorrentes como latido e agitação, por exemplo”, diz a especialista. É importante que pequenos passeios sejam feitos regularmente, para que seja gasta toda energia acumulada. “Quando o animal pratica atividades regularmente, ele já não tem mais condições de ser tão ´elétrico´, controlando também a personalidade do pet”, diz.

É fundamental que o animal, antes de qualquer exercício físico, esteja bem alimentado e bem hidratado, fazendo com que todas as atividades rendam mais. “Ter esse tipo de cuidado faz com que o processo seja mais prazeroso para o animal, deixando tudo mais divertido e fácil”, explica Ana. O fator recompensa também deve ser aplicado. “Cada vez que você jogar uma bolinha para o cão e ele for buscar, na volta dê algo que ele gosta, como uma comidinha ou carinho”, completa.

Além de atividades físcias, outras formas de gastar energia também bastante indicadas para os animais são os brinquedos. Mais do que diversão, eles também podem ser usados para melhorar os sentidos do animal, como visão, tato e olfato.“Os mais indicados inicialmente são que têm comida dentro. É uma forma de estimular o pet para que ele explore o objeto”, explica. A execução desse tipo de condicionamento faz com que os bichinhos estejam sempre em movimento, se exercitando mesmo quando o dono não está por perto.

Ao enfrentar problemas com a yorkshire de um ano e dois meses Lana, o engenheiro Salomão Barros, 47 anos, resolveu buscar ajuda de um especialista. “Ela sempre foi muito agitada, mas não praticava exercícios de forma correta. Por isso chamamos um profissional”, diz. Hoje, três meses após iniciar os trabalhos, todos na casa já notam uma diferença. Sentimos uma melhora incrível. Hoje, ela se dá bem com as pessoas, vive uma vida mais saudável e nunca adoeceu”.
Fonte: PERNAMBUCO.CÃO

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Cães e Gatos não são brinquedos!




Animais de estimação nos dão amor incondicional, melhoram nosso estado de espírito e até nossa saúde. Nada mais justo que retribuir essa felicidade

Bicho para quê?

Essa é a primeira pergunta que todo mundo deveria se fazer antes de comprar ou adotar um mascote. Se a resposta for “para convivência e amizade”, bingo! Cães e gatos são grandes companheiros, que precisam e gostam do contato próximo com seus donos. Mas há duas respostas erradas bastante freqüentes. A primeira delas: “Porque as crianças querem”. Adotar um animal deve ser uma decisão de toda a família, e os pais precisam estar conscientes de que, por mais que os filhos prometam cuidar dele, vai, sim, sobrar trabalho para os adultos. Além disso, como não têm noção de que cães e gatos também sentem frio, fome, dor e tristeza, crianças com menos de 6 anos não são uma companhia segura, especialmente se ele for filhote.

Outra motivação equivocada é ter um animal “para proteção”. Confinar um cão no fundo do quintal e privá-lo do convívio da família imaginando que assim ele será mais bravo é um engano perigoso.“O correto é apostar na inteligência do animal, socializá-lo e adestrá-lo adequadamente, para que ele saiba distinguir quando deve ou não atacar”. Em vez de dar um destino tão miserável a uma vida, que tal instalar equipamentos eletrônicos de segurança? Dá menos trabalho e sai muito mais barato.

ADOTE BLACK JUMP



Em pleno feriado  do dia 03 de Outubro às 6:00h da manhã com o objetivo e tentativa de resgatar um gatinho que há vários dias miava das alturas do edifício em construção.Elevador quebrado,subir e descer por duas vezes as escadas até o 12º...Várias tentativas,alguns operários da obra e o desfecho final :o gatinho pulou do 12º,mas com o final feliz nada aconteceu ao felino.Agora é preciso encontrar alguém que o adote.

NOTA:O exemplo deste animal acima nada mais é do que o fruto da irresponsabilidade e negligência de tutores que abandonam os seus animais, que se reproduzem sem controle algum. Enquanto não houver uma campanha educativa com resultados a longo prazo, além de uma legislação que tenha um olhar diferenciado para os animais - e que seja cumprida.Infelizmente situações como essa continuarão a ser rotina. E quem paga caro com isso são os animais.
Só para deixar claro: campanhas educativas podem reduzir sim o abandono, mas para tutores irresponsáveis e sem caráter, acho que não tem jeito, só prendendo mesmo.


Veterinária explica como são os pensamentos e as emoções nos animais



“Temos que rever todas as nossas atitudes em relação aos animais”, afirma a médica veterinária Irvênia Prada, professora catedrática da Universidade de São Paulo (USP). Ela é autoridade mundial na comunidade científica sobre Neuroanatomia animal. É também uma respeitada investigadora sobre a interação mente-cérebro dos animais. Tem vários livros e estudos científicos já publicados.
Esteve, recentemente, em Fortaleza participando de evento promovido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária, e também do 20º Encontro de Estudos Espíritas (20º Enese), uma vez que também é estudiosa desta doutrina. Para Irvênia, os estudos vêm mostrando, com evidências bastante aceitáveis, que os animais têm uma estrutura cerebral compatível com a exteriorização da consciência, com capacidade para resolver problemas, associação de ideias, memórias.
“O próprio estudo do cérebro, que é muito bem organizado nos mamíferos e também nas aves, nos dá indícios de que os animais são seres sencientes, ou seja, que têm todas as características compatíveis com o que a gente chama de funções cognitivas”.
Ela observa que as sociedades se formaram sobre um modelo completamente antropocêntrico, ou seja, que objetiva apenas o bem-estar do ser humano. Este modelo se pauta pela exploração dos animais para benefício das próprias pessoas.
“Por esta visão, os animais são considerados coisas. Desde, a época de Descartes, o grande filósofo do século XVII, tem-se essa ideia de que os animais são máquinas automatizadas, sem sensibilidade. Então considerar que eles são coisas, serviu muito bem ao modelo antropocêntrico porque, assim, o homem usa os animais sem culpa nenhuma, utilizando e descartando, como é feito até hoje”, afirma a professora.
Na palestra que fez para os veterinários, ela destacou a exigência de revisão deste paradigma. Segundo observa, atualmente, cresce o número de pessoas que não aceitam mais este modelo, considerado “indigno” e “mesquinho”. Após a palestra, Irvênia recebeu muitos comentários de veterinários sobre a importância de considerar o novo modelo, ainda desconhecido por muitos profissionais de diferentes áreas do conhecimento.
“Por que visar só ao nosso bem-estar e não o dos animais que também sofrem? Também precisamos cuidar das plantas, da qualidade da água, do ar, enfim, de todo o planeta. Nós temos que abrir os nossos horizontes e cuidar de tudo e não apenas dos seres humanos. A partir de agora, temos que aceitar essas mudanças e prestar atenção que os animais sofrem, têm direito à própria vida, e que não são simples coisas descartáveis”, defende a pesquisadora.
Em substituição ao antropocentrismo, ela aponta o paradigma biocêntrico ou ecocêntrico, pelo qual todas as formas de vida merecem ser preservadas com respeito e sustentabilidade. “Este novo modelo busca o bem-estar do ser humano, mas também dos animais, das plantas, da qualidade da água, do ar, enfim, de todo o planeta que é a nossa casa. Se todos moramos aqui, nada melhor do que termos uma relação harmônica, de paz e felicidade com toda a natureza”. Além de professora universitária, Irvênia também é assessora técnica do Fórum de Proteção e Defesa Animal de São Paulo, instituição que congrega mais de 100 entidades protetoras de animais. Nesta função, ela dá pareceres para verificar se há ou não maus-tratos aos bichos. Já avaliou casos de rodeios, vaquejadas, entre outras situações de entretenimento para as pessoas, mas de muito sofrimento para os animais, conseguindo intervenção do Ministério Público e proibição de práticas abusivas.
“Já tem muita gente preocupada, vendo que os animais estão sofrendo. Precisamos contaminar todo mundo com este pensamento. É difícil mas, só através da informação, é que vamos conseguir fazer com que as pessoas olhem para os animais com nova postura”, defende ela.
No 20º Enese, a pesquisadora abordou dois temas: “Educação dos Sentimentos” e “A violência é inata no ser humano?”. O organizador do evento, Francisco Cajazeiras, também presidente do Instituto de Cultura Espírita do Ceará (ICE-CE) e da Associação Médico-Espírita do Ceará (AME-CE), diz que convidou Irvênia em reconhecimento à conceituada palestrante.
“Ela tem ótimos recursos de comunicação e conhecimentos geral e específico. É política do nosso evento apresentar novos palestrantes de qualidade para o público do movimento espírita cearense”, afirma ele.
Entre os livros de destaque da pesquisadora para o grande público estão “A questão espiritual do animais” e “A Alma dos Animais”, este último com edição esgotada, mas já está sendo considerada a possibilidade de reedição atualizada da publicação.